Como prometido anteriormente, vou disponibilizar minha carteira de ações com, atualmente, 13 ativos. Mais adiante disponibilizarei a de fundos imobiliários e a de renda fixa.
Na planilha de controle que utilizo é possível verificar inúmeras informações importantes, desde o valor pago pelo ativo, o montante aplicado e até mesmo o índice IBOVESPA na data da compra. Os preços de todos os ativos foram atualizados nos valores de 14/05/2019 com fechamento da bolsa em 92.092,44 pontos.

O próprio nome já descreve, investir em renda variável é saber que ela vai variar, para mais ou para menos. Assim, é possível perceber que em 4/13 ativos estou tendo prejuízo, totalizando o valor negativo de R$ 3.315,00. Em contrapartida, 9/13 tiveram rendimentos positivos, somando ganhos de R$ 11.746,44. Equalizando os valores o saldo final é de R$ 8.431,40 positivo, o equivalente a uma valorização de 6,66% entre os meses de outubro/2018 – maio/2019, uma média de 0,93% ao mês. Se considerarmos que para atingir minhas metas foi considerado um rendimento de 0,6% ao mês e que quase todos os meus ativos distribuem dividendos, os quais não foram contabilizados nessa conta, essa rentabilidade está, no mínimo, razoável.
Uma coluna interessante é a que informa quanto a ação rendeu acima do Ibovespa (benchmark definido). O objetivo é simples, buscar sempre superar o benchmark. Analisando a tabela acima é possível notar que 8/13 ativos conseguiram rendimentos acima do Ibovespa, o que corresponde a mais de 60% dos ativos.
As minhas top 3 ações em termos de rendimentos são: CMIG4 (+26,36%), BBDC (+22,14%) e HAPV3 (21,29%). Já as que eu obtive maiores prejuízos foram na GRND3 (-15,71%), UNIP6 (-7,89%) e BTOW3 (-6,13%). Lembrando que a Grendene e a Unipar foram compradas recentemente e apresentam boas perspectivas de crescimento. Principalmente a Unipar, com excelentes fundamentos (análise feita no blog).
Para facilitar a visualização dos dados criei dois gráficos, um que mostra a alocação de cada ativo na carteira de ações em porcentagem e outro em valor inicial aplicado x valor de mercado na cotação de 14/05/2019.


Assim, atualmente, o ativo que tem maior percentual na minha carteira de ações é a Hapvida, muito mais pela valorização recente, após a compra de algumas concorrentes, do que o valor investido inicialmente.
Vale salientar que a bolsa está em um período de alta volatilidade devido a disponibilização dos relatórios trimestrais das empresas listadas (como a economia do país está em situação crítica a maioria das empresas estão com menores lucros e isso reflete negativamente na bolsa) e a indecisão sobre a reforma da previdência.