Antes de todo início é essencial estabelecer metas para que elas possam servir como norte e, obviamente, estímulo na concretização do projeto financeiro. O ideal é colocar objetivos plausíveis, contando sempre com imprevistos, para evitar a perda de interesse ou desestímulo por seguir algo “impossível” de ser atingido. Importante também estabelecer metas “intermediárias” que são aquelas mais “fáceis” de serem atingidas e servem como uma espécie de termômetro para avaliar se está sendo adotada uma boa tática para atingir o objetivo final.
Assim, com base na minha situação financeira atual, sempre com o foco ao longo prazo, recebimento de dividendos (explicarei um pouco mais em outro post mas é basicamente a receita gerada de forma recorrente por algum produto financeiro) e em aumentar os aportes de forma constante (quantidade de dinheiro que será investido para a realização de um plano) eu estabeleci duas metas, uma intermediária e outra que irá exigir mais esforço e tempo para ser batida.
A minha meta intermediária é atingir R$ 500.000,00 antes dos meus 30 anos e a meta final (não significa que será a última) será atingir o tão famoso R$ 1.000.000,00 antes dos meus 35 anos. Falando em termos de tempo, tenho 19 meses para bater a meta 01 e 79 meses para a meta 02.
É claro que não irei iniciar do zero já que acumulei um bom capital ao longo da minha vida laboral (os valores serão mostrados no próximo post). Ambas as metas foram estabelecidas com base na minha capacidade de aporte e, como citei anteriormente, no meu patrimônio inicial.
Metas estabelecidas, ou seja, primeiro passo dado. Agora vamos aos próximos, sempre com muita dedicação, foco, acompanhamento, disciplina, estudo e determinação!

